DARTORYA

Portos RS · Resíduos de embarcações e do porto

Uma retirada, um número.

Solicitação, autorização da DMA, coleta, MTR e CDF no mesmo registro, com quem fez o quê e quando. E um painel que lê as planilhas de hoje e diz o que elas mostram.

Protótipo com dados fictícios · equipe FURG/FAURG

Operações › ficha da retirada
A ficha de uma retirada no sistema: itens solicitados e coletados, documentos e a linha do tempo, com o MTR informado e o CDF por vir

Quem participa · cada um faz só o seu ato; o registro é o mesmo

Hoje

Três coisas que o e-mail e a planilha não resolvem.

Uma retirada passa por quatro mãos e três sistemas. O que liga tudo hoje é a caixa de entrada.

Hoje anda por e-mail

A agência pede, a DMA autoriza, a coletora avisa, o comprovante chega depois. Cada etapa é uma mensagem; a conferência é mensal, à mão.

Prazos sem relógio

CRRE e MTR em 24 h, CDF em até 90 dias, credenciamento a renovar: ninguém avisa quando um prazo passa, e a evidência da LO e do PGRS é montada depois.

Dados que não viram decisão

O relatório anual soma volumes numa tabela. O mês fora da curva, a participação de recicláveis e a tendência ficam para quem tiver tempo de olhar.

Plataforma · O fluxo da retirada

Cinco atos, cada um de quem responde por ele.

A máquina de estados vive no código e no banco: um ato fora de ordem, ou de quem não pode, é recusado nas duas camadas.

Os cinco estados da retirada em sequência, com os desvios de recusa e cancelamento e os prazos padrão entre os atosCanceladacom motivoRecusadapela DMA1/5SolicitadaAgente ou terminal2/5AutorizadaDMA da Portos RSprazo · CRRE em 24 h3/5ColetadaColetora credenciadaprazo · MTR em 24 h4/5MTR emitidoGeradorprazo · CDF em 90 dias5/5CDF recebidoColetora ou gerador
  1. 1/5
    Solicitada

    Agente marítimo ou terminal

    Pede a retirada: navio, terminal, coletora, data prevista e os resíduos por tipo e quantidade. O número da operação nasce aqui.

  2. 2/5
    Autorizada

    DMA da Portos RS

    Autoriza ou recusa com motivo. É a única decisão humana do fluxo; o credenciamento da coletora já foi conferido pelo sistema.

  3. 3/5
    Coletada

    Coletora credenciada

    Registra a coleta item a item, solicitado contra coletado: é o CRRE digital.

  4. 4/5
    MTR emitido

    Gerador (quem solicitou)

    Informa o número do MTR emitido no sistema da FEPAM e anexa o PDF. O MTR é do gerador, nunca da coletora.

  5. 5/5
    CDF recebido

    Coletora ou gerador

    Registra o Certificado de Destinação Final com o número e o PDF. A retirada fecha com a cadeia inteira no mesmo registro.

Solicitar

A retirada nasce com número e com as regras já conferidas.

Quem solicita escolhe o navio ou o setor em terra, o local, a coletora e os resíduos por tipo e quantidade. O sistema só oferece coletoras com credenciamento vigente para aquela classe e origem; trânsito internacional sem carta de anuência e pouca antecedência viram aviso, não bloqueio.

Operações › Nova solicitação
O formulário de nova solicitação de retirada: embarcação, local, coletora, janela e os resíduos

Autorizar

A DMA decide uma vez, com motivo, e tudo fica na trilha.

Autorizar ou recusar é a única decisão humana do fluxo. Recusa e cancelamento exigem motivo; nada se apaga, cancelar é um estado. A linha do tempo guarda quem fez, quando, de onde e por qual tela.

Operações › ficha › Autorizar
A DMA autoriza ou recusa a solicitação, com o motivo obrigatório na recusa

Fechar

Coleta, MTR e CDF no mesmo registro, com o PDF de cada um.

A coletora registra o que retirou, item a item. O gerador informa o MTR emitido na FEPAM e anexa o PDF; o CDF fecha a cadeia com o destinador licenciado. Os arquivos ficam num bucket privado e todo download é registrado.

Operações › ficha com CDF recebido
A ficha de uma retirada fechada: MTR e CDF informados e a linha do tempo completa, do pedido ao certificado

Alertas

O que a DMA vê sem abrir planilha.

Pendências calculadas na leitura, a partir dos prazos configurados por unidade portuária. Mudar um prazo muda a lista, sem deploy. Cada empresa vê só as suas.

Pendências › RIG
A tela de pendências da DMA: cada aviso com o tipo, a operação ou a empresa e o prazo

Painel · Inteligência de resíduos

Os números que já existem, lidos pelo mesmo parser do sistema.

A Tabela 2 do Relatório de Geração de Resíduos de Embarcações de 2023 da Portos RS, importada como qualquer planilha. Com a plataforma ligada, o painel soma também as operações registradas.

Painel › 2023
O painel do sistema com a Tabela 2 de 2023: totais do ano, volume mensal por categoria, composição e o maior desvio

Como foi construído

Pronto para o piloto.

A mesma instalação liga só a plataforma, só o painel, ou ambos. O que muda entre o protótipo e o piloto é configuração, não código.

Duas barreiras

Cada consulta leva ao banco quem está perguntando, e o PostgreSQL filtra de novo por política de linha: agência vê a sua agência, coletora a sua empresa, a DMA a sua unidade. O papel da aplicação não apaga nada.

Trilha imutável

Todo ato gera um evento que ninguém altera: quem, quando, de onde e por qual tela. A linha do tempo de cada retirada é essa trilha, legível por quem alcança a operação.

Portável

Um contêiner com PostgreSQL 17 e um bucket S3 roda em qualquer lugar: na nuvem onde está o protótipo, no Google Cloud previsto para o piloto, ou na infraestrutura da Portos RS.

Cofre do MTR Online

Cada organização grava as próprias credenciais da FEPAM, cifradas, e testa a conexão. É a base para conciliar e emitir MTR pela plataforma no piloto, com a homologação da FEPAM.

Perguntas

O que costumam perguntar.

Substitui o PortoWeb ou o MTR Online?

Não. A plataforma liga as pontas que hoje são unidas por e-mail e conferência manual: a retirada ganha um número e um registro só. O PortoWeb continua com o agendamento e o MTR Online, com a emissão do manifesto; a integração com o MTR Online está preparada para o piloto.

Quem informa o MTR?

O gerador, que é quem solicitou a retirada (Res. ANTAQ 99/2023, art. 2º; Portaria FEPAM 576/2026). A coletora registra a coleta e pode registrar o CDF, mas o MTR nunca é dela. O fluxograma da equipe dizia o contrário e foi corrigido.

O que acontece quando um prazo passa?

Vira pendência, calculada na leitura a partir dos prazos configurados por unidade portuária: CRRE e MTR em 24 h, CDF em 60 e 90 dias, credenciamento e licença com aviso antes de vencer. Mudar um prazo muda a lista, sem deploy. Cada empresa vê só as suas.

Os dados são reais?

Não. Navios, empresas, pessoas e operações da demonstração são fictícios. A única série real é a Tabela 2 do Relatório de Geração de Resíduos de Embarcações de 2023 da Portos RS, que o painel lê pelo mesmo parser que importa planilhas no sistema.

Como a DMA testa?

Com as quatro contas de demonstração, uma por perfil, que a equipe informa junto com a senha: solicite como agente, autorize como DMA, registre a coleta como coletora e informe o MTR. Nada se apaga: o que for criado no teste fica como histórico, e cancelar é um estado com motivo.

Onde roda e de quem são os dados?

Num contêiner com PostgreSQL 17 e um bucket S3, hoje numa nuvem pública, no piloto no Google Cloud ou na infraestrutura da Portos RS. Os dados exportam em formato aberto (CSV) e a titularidade do código será definida no contrato do piloto.

Experimente

Veja a retirada inteira num registro só.

Quatro contas de demonstração, uma por perfil, informadas pela equipe junto com a senha. Tudo o que elas veem é fictício.